O Pantanal brasileiro está vivendo em abril de 2026 um dos períodos de seca mais severos já registrados nas últimas décadas. O nível dos principais rios do bioma, como o Cuiabá e o Miranda, atingiu mínimas históricas, expondo extensas áreas de solo rachado onde antes havia água. A situação é agravada pela quantidade crescente de focos de incêndio detectados por satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, o INPE. Animais como capivaras, jacarés, tuiuiús e onças-pintadas estão em busca de água e alimento em áreas cada vez mais restritas, criando conflitos com fazendeiros e comunidades ribeirinhas. Organizações ambientalistas brasileiras e internacionais emitiram alertas urgentes ao governo federal, pedindo ação imediata para combater os incêndios e proteger a biodiversidade do maior bioma alagável do mundo. A situação também preocupa pesquisadores americanos que estudam o impacto das mudanças climáticas na América do Sul.
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