A imposição de novas tarifas de importação pelo governo Trump levou os países do G7 a convocar uma reunião de urgência em Bruxelas nesta semana. A União Europeia, que se viu com produtos taxados em até 25%, anunciou que irá retaliar com tarifas sobre produtos americanos, especialmente do setor agrícola e automotivo. A China, por sua vez, foi mais agressiva e já anunciou uma tarifa de 34% sobre todos os produtos importados dos Estados Unidos, acendendo o alerta para uma guerra comercial global. Para o Brasil, que se encontra no meio desse conflito, a situação é complexa: por um lado, perde espaço no mercado americano; por outro, pode ganhar novos clientes na Europa e na Ásia que buscam alternativas ao produto americano. Analistas de política internacional veem o cenário atual como o mais tenso no comércio global desde a crise financeira de 2008, com riscos reais de recessão para as economias mais dependentes do comércio exterior.
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